Artur Bueno de Camargo, presidente da CNTA (Confederação Nacional dos Trabalhadores da Alimentação) e vice-presidente da NCST (Nova Central Sindical dos Trabalhadores), participou nesta quarta-feira (11) de uma plenária realizada na sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo (CUT), no bairro da Liberdade.


Representantes de trabalhadores e de movimentos sociais estiveram juntos para debater a conjuntura política nacional e estabelecer estratégias conjuntas para as eleições de 2026, com a necessária reeleição do presidente Lula – sob o risco de retrocessos impensáveis para os trabalhadores.


Foi colocada em pauta também a necessidade de uma mobilização para aumentar a representatividade da classe trabalhadora no Congresso Nacional e nas Assembleias Legislativas.
“Esse debate precisa chegar aos trabalhadores, aos movimentos sociais, à comunidade de maneira geral, ao chão de fábrica, como costumamos dizer no movimento sindical”, disse Artur, que representava a NCST no encontro.


“Todos os brasileiros devem saber que tivemos avanços significativos neste governo, depois da destruição dos direitos que aconteceu nos governos Temer e Bolsonaro. Agora, houve valorização do salário-mínimo, a isenção do IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5 mil, a volta de diversos programas sociais, além de várias ações significativas para os mais vulneráveis. Vem aí o fim da Escala 6X1. Não podemos sequer pensar em um novo retrocesso!”, prosseguiu o presidente da CNTA.


A plenária foi a primeira de uma série de reuniões previstas sobre esse tema, e para avançar na promoção da consciência de classe dos trabalhadores rumo ao voto consciente nas eleições deste ano.


“Precisamos reeleger o presidente Lula e melhorar a representação do Congresso para podermos recuperar os direitos sindicais e dos trabalhadores que foram retirados nos governos Temer e Bolsonaro. Este deve ser o Norte da campanha”, finalizou Artur.